segunda-feira, 8 de junho de 2009

O estranho caso de António Fiúza...


Com um plantel acima da média para a Liga Vitalis, o Gil Vicente não fez mais do que uma época banal, na temporada que agora terminou. Durante o campeonato, António Fiúza consegui ainda despedir o Professor Neca – que vinha a fazer um bom trabalho e um bom campeonato – e assegurou a contratação de João Eusébio. Não era difícil de se prever que o treinador que começou a temporada no Rio Ave também não tinha a capacidade para gerir aquele plantel e isso viu-se na justiça do final da temporada.


Agora, com tempo para planear a próxima temporada da melhor forma possível, António Fiúza opta por Rui Quintas. Nada tenho contra o treinador que veio do Penafiel mas também passou pelo Paredes e pelos Aliados do Lordelo, mas temo ser novamente um treinador sem dimensão para o projecto do Gil Vicente. O futuro pode-me contradizer, mas não me parece…


Para além disso, a formação de Barcelos parece incorrer noutro erro, o da reformulação do plantel quase na sua totalidade. Compreende-se e impõem-se os ajustes necessários pelas possíveis saídas de alguns elementos, mas tirando isso não me parece necessários grandes ajustamentos. É necessário isso sim cuidado na hora de comprar…ou mesmo na hora de pedir jogadores emprestados.


Vejam-se os casos de Ivanildo e Zéquinha. O extremo é constantemente emprestado e em nenhum dos clubes por onde tem passado se tem imposto. Algo falha e pelos vistos não serão sempre os clubes e os treinadores. Já o Zéquinha é o caso de excesso de rebeldia. O jovem internacional português parece ter um Paul Gascoigne na barriga e todas as semanas está envolvido numa nova polémica. Não é preciso ser-se um génio para se perceber que elementos como o Zéquinha não fazem muito bem a um grupo de trabalho.


No entanto, jogadores como Hugo Monteiro, Pedro Ribeiro ou Diego Gaúcho são grandes mais valias deste plantel e são jogadores que António Fiúza terá dificuldades em manter por Barcelos…

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