Como todos os anos acontece, o mercado do futebol português vai ter a sua habitual novela de Verão. A eventual ida de Jorge Jesus para o Benfica começou a ser ventilada na imprensa há, mais ou menos, cerca de dois meses e parece não ter fim à vista, para mal de todas as partes envolvidas.
De um lado, o Sporting de Braga que, e muito bem, não abdica da clausula de rescisão estipulada no contrato e que lhe permite efectuar um bom encaixe financeiro. Do outro, o Benfica que, como qualquer clube comprador (a excepção seja talvez o Real Madrid), tenta negociar de forma a fazer o melhor negócio possível. No meio discussão, temos Jorge Jesus. É claro que o técnico pretende ser o sucessor de Quique Flores no Benfica. No entanto tem que ter em conta que está sob contrato com o Sporting de Braga e forçar uma saída não lhe fica bem, apesar de ser legítimoa e compreensível a ambição de, finalmente, treinar uma grande equipa do futebol português.
Perante este cenário, parece-me que nenhuma das partes ganha em prolongar esta novela e que, mais tarde ou mais cedo, alguém vai ter que ceder para o bem ou para o mal. Para os clubes envolvidos não é positivo manter esta indefinição. Não só aumenta a duração do planeamento da próxima temporada, como, no caso dos bracarenses, pode causar alguns atritos no decorrer da época 2009/2010, se porventura Jorge Jesus se mantiver no comando técnico. Para o ex-treinador do Belenenses pode ser, se o Benfica avançar para outra opção, o príncipio do fim de uma grande carreira que nunca chegou a começar. Para além de abrir pressupostos pouco abonatórios para a postura do técnico para com o clube ao qual está ligado.
E como tudo era tão simples se, no Benfica, cumprir contratos fosse... normal.
De um lado, o Sporting de Braga que, e muito bem, não abdica da clausula de rescisão estipulada no contrato e que lhe permite efectuar um bom encaixe financeiro. Do outro, o Benfica que, como qualquer clube comprador (a excepção seja talvez o Real Madrid), tenta negociar de forma a fazer o melhor negócio possível. No meio discussão, temos Jorge Jesus. É claro que o técnico pretende ser o sucessor de Quique Flores no Benfica. No entanto tem que ter em conta que está sob contrato com o Sporting de Braga e forçar uma saída não lhe fica bem, apesar de ser legítimoa e compreensível a ambição de, finalmente, treinar uma grande equipa do futebol português.
Perante este cenário, parece-me que nenhuma das partes ganha em prolongar esta novela e que, mais tarde ou mais cedo, alguém vai ter que ceder para o bem ou para o mal. Para os clubes envolvidos não é positivo manter esta indefinição. Não só aumenta a duração do planeamento da próxima temporada, como, no caso dos bracarenses, pode causar alguns atritos no decorrer da época 2009/2010, se porventura Jorge Jesus se mantiver no comando técnico. Para o ex-treinador do Belenenses pode ser, se o Benfica avançar para outra opção, o príncipio do fim de uma grande carreira que nunca chegou a começar. Para além de abrir pressupostos pouco abonatórios para a postura do técnico para com o clube ao qual está ligado.
E como tudo era tão simples se, no Benfica, cumprir contratos fosse... normal.
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