Quando dois ou mais membros da mesma família fazem parte do mundo do futebol, criam-se as associações mais curiosas. Eis um subjectivo (e quiçá corriqueiro) top ten, neste caso, de entes queridos que passaram pelo futebol português:
Albertino e Nélson, gémeos falsos;
Rui e Jorge Neves, gémeos a sério. Nunca se tornaram no equivalente português dos irmãos de Boer;
António e Ricardo Sousa, pai e filho. O pai levou o Beira-Mar à conquista da Taça de Portugal em 1999 com um golo do filho na final do Jamor;
João e Sérgio Pinto, irmãos. Enquanto João passou grande parte da carreira à volta da Segunda Circular, Sérgio brilhou à volta da A41, entre Leça e Maia;
João Pinto novamente, agora com o filho Tiago, que despontou na Academia do Sporting e até já experimentou as agruras da Liga Sagres com o modesto Trofense;
Vladan e Vladimir Stojkovic, irmãos. O primeiro defendeu orgulhosamente as redes do Leça na então I Divisão, em meados dos anos 90, enquanto o irmão mais novo, dez anos depois, não conseguiu ser feliz na baliza de outra equipa que veste à Leça;
Mário e George Jardel, também irmãos. Note-se que apenas o Super-Mário tinha Jardel no BI;
António e Miguel Veloso, pai e filho. O pai foi o último grande capitão do Benfica, enquanto o filho orgulhosamente se recusa a alinhar na posição em que o pai costumava jogar;
Toni, Jorge, Luís, Lito Vidigal, e não, não bebeu demais, são mesmo quatro irmãos, dos quais apenas Luís jogou fora de Portugal, regressando em 2008/09 para ser treinado pelo irmão Lito no Estrela da Amadora;
Félix e José Mourinho, pai e filho. O pai defendeu a baliza do Vitória sadino nos tempos áureos da década de 70, mas o filho nunca atingiu o topo dentro de campo. Foi à volta, e começou a tradutor antes de chegar ao cume como técnico principal.
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